ASSEMBLEIA – EPE 18/02/2020

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA – EPE

Por este edital e na forma do estatuto e do regimento interno de cada Sindicato a seguir: Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro – SENGE/RJ, Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de Janeiro e Região – SINTERGIA/RJ e Sindicato dos Administradores no Estado do Rio de Janeiro – SINAERJ, ficam convocados todos os empregados da Empresa de Pesquisa  Energética – EPE, representados pelos sindicatos citados,  sindicalizados ou não a esses sindicatos, para comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária – AGE, a ser realizada no dia 18 de fevereiro de 2020, às 12:30 em primeira convocação e às 12:30 em segunda e última convocação, com qualquer número dos presentes, no auditório da EPE, Avenida Rio Branco, 1, 9º andar, Centro, Rio de Janeiro/RJ, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:

1) Discutir, deliberar e aprovar pauta de reivindicações com vistas a firmar ACT 2020/2021;

2) Autorizar os sindicatos a negociarem em nome da categoria, bem como conferir poderes para que as entidade sindicais possam estabelecer negociações e firmar acordos diretos com a empresa ou por meio da Justiça do Trabalho, Delegacias Regionais do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho;

3) Delegar poderes para que os sindicatos ajuizem ações judiciais, bem como suscitem dissídio coletivo de trabalho e ou nestes ingressem como partes interessadas;

4) Deliberar sobre a cobrança de contribuição aos sindicatos, bem como fixar valores;

5) Eleger a comissão de empregados da EPE com vistas à participação no processo negocial;

6) Assuntos Gerais. Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2020.

Senge-RJ – Olimpio Alves dos Santos

Sinaerj –  Edson Machado

Sintergia – Jorge Luiz Vieira da Silva

Empregados da Petrobras entram em greve contra a privatização e as demissões.

Nesta segunda-feira, 03, a greve dos petroleiros avançou para 11 estados do país e 20 bases operacionais, até o início da manhã. Ao longo do dia, novas adesões devem ocorrer, fazendo avançar o movimento, que entra hoje no terceiro dia de paralisação.

Pela manhã, ocorrem atos e acampamentos em diversas unidades da Petrobrás por todo o país e também na sede administrativa da empresa, no Rio de Janeiro, onde a Comissão de Negociação Permanente da FUP segue há quase 72 horas, cobrando interlocução com a gestão da empresa para suspender as demissões na Fafen-PR e outras medidas unilaterais que descumprem o Acordo Coletivo de Trabalho.

03/02/2020 – Na porta da REDEC no RJ. Aparato policial com muitos soldados e veículos militares para intimidar os grevistas.

Fonte: FUP

Estudo do DIEESE mostra que trabalho intermitente não gerou novas vagas de emprego e paga menos que salário mínimo

Dentro da política de desmonte dos direitos trabalhistas iniciada no governo Temer e intensificada no governo Bolsonaro, só quem perde são os assalariados. O discurso oficial para a reforma trabalhista era a criação de muitas novas vagas de emprego e redução do desemprego, mas não é bem assim que esta acontecendo. Estudo do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que uma das marcas da reforma, a criação do trabalho intermitente, não só não gerou aumento de vagas de trabalho como passou a penalizar os trabalhadores com salários abaixo do Salário Mínimo. O salário médio desta modalidade foi de R$ 763,00.
O número de contratos intermitentes representou 0,13%do estoque de empregos formais, em 2018, e 0,29%, em 2019, segundo o DIEESE.

E nada mostra que este quadro irá mudar no período próximo. Economia lenta, empregos em baixa mas concentração de renda em alta. este é o nosso Brasil neste inicio de 2020.

Veja o trabalho do DIEESE:

Clique para acessar o boletimEmpregoEmPauta14.pdf

Veja matéria de mesmo teor na Revista Exame:

https://exame.abril.com.br/economia/trabalho-intermitente-nao-gera-vagas-e-paga-menos-que-minimo-diz-dieese/?fbclid=IwAR2SbfpXUPYfgHWZMFZlDD4YVjAzgT4T_3tSopBXMO4ZW_vGUwXnrwG9HEM

Acordo Coletivo Nacional Setor Elétrico – Planejamento Estratégico

Aconteceu nesta semana, de 22 a 24/01 o Planejamento Estratégico para o próximo ACT do setor elétrico. O evento aconteceu em Salvador -BA. O encontro tem por objetivo a preparação da pauta de reivindicações para para ACT 2020/2021 dos eletricitários.

O evento tem grande importância pois é a base para que possamos ter uma melhor negociação este ano, em especial por conta da política do governo Bolsonaro de precarização do trabalho, retirada de direitos e de privatização das Empresas Estatais,

A abertura do evento contou com as presenças de Gustavo, assessor da CNE, Nailor Gato Vice-presidenteda CNU e Ricardo Berzoine ex Ministro do Trabalho. Representando o SINAERJ esteve presente o colega diretor do nosso sindicato Adm Dejalmar Pinho.

Acordo Coletivo de Trabalho do Setor Elétrico 2019/2020

O Sindicato dos Administradores, e demais sindicatos signatários, assinou, depois de longa e desgastante negociação, com a mediação do Tribunal Superior do Trabalho, o ACT 2019/2020.
Disponibilizamos aqui o mesmo em sua integra para consultas.

Uma questão importante a destacar, é que este ano o SINAERJ não irá abonar a isenção da taxa negocial para os Administradores como fazia em anos anteriores. Este fato se da por conta do fim da obrigatoriedade do desconto da Contribuição Sindical que gerava os recursos para a manutenção dos sindicatos.

A reforma trabalhista, que entre seus pilares estava a criação de dificuldades para a manutenção dos sindicatos, conseguiu desestruturar os sindicatos como entidades representativas dos trabalhadores e como isso reduzir direitos e ganhos para os assalariados.

Para que possamos continuar na luta pelos nossos interesses a taxa negocial prevista no ACT é fundamental para a nossa manutenção. Agradecemos antecipadamente aos colegas que aceitarem a mesma. Os detalhes do desconto e as prerrogativas dos colegas estão no ACT e em nota que deverão ser emitidas pelas empresas.

Estamos à disposição para dúvidas e informações adicionais.
021 2262 3030 ou na sede do sindicato de segunda a quinta de 13 às 17 h.

Baixe aqui o ACT 2019/2020

Contribuição Sindical e Social 2020

Em função da Reforma Administrativa do governo, os sindicatos perderam sua principal fonte de financiamento e agora passam por dificuldades de sobrevivência. Para que o Sindicato dos Administradores possa continuar defendendo os interesses dos Administradores e da sociedade do Estado do Rio de Janeiro, para continuar com as negociações coletivas, para manter as ações jurídicas em prol da categoria, para cobrar o executivo, o legislativo e as empresas, ou seja, para defender nossos interesses precisamos das contribuições dos colegas, seja com o pagamento da contribuição social para os sindicalizados, seja com a contribuição sindical voluntária de cada Administrador ou a taxa de fortalecimento, também voluntária. Instrumentos fundamentais para termos um SINAERJ forte.

Para 2020, os valores de contribuição são os mesmos de 2019:

Contribuição Social – R$ 204,00

Contribuição Sindical ou Taxa de Fortalecimento – R$ 150,00

Mantenha seu Sindicato ativo.

Defenda seus interesses – Contribua.

Solicite uma ficha de filiação, uma guia de Contribuição Sindical ou o número da conta do sindicato para o depósito: 021 2262 3090 ou sinaerj@gmail.com

SINAERJ assina ACT com a CPRM

Apesar da política de desmontes de direitos trabalhistas em desenvolvimento por parte do governo Bolsonaro com objetivo de prejudicar os empregados das empresas estatais visando a privatização ou extinção da mesmas, os sindicatos signatários do ACT da CPRM lutaram e levaram a negociação do ACT pra mediação junto ao TST. Depois de muitas rodadas e conversas, conseguimos barrar várias das maldades previstas na proposta original da empresa.
Com a aprovação das assembleias, o ACT foi aprovado e assinado pelo SINAERJ no ultimo dia 16/12/19.

Baixe aqui o ACT 2019 / 2020 em formato .PDF

Empregados da Casa da Moeda ocupam a empresa

Colocada no rol de empresas a serem privatizadas ou extintas, a Casa da Moeda foi uma das primeiras empresas a sofrer o ataque do governo para corte de direitos e redução de quadros. Foi retirado o Vale Alimentação, o cartão remédio, a creche, o aumento do custo do plano de saúde para os dependentes entre outros direitos conquistados ao longo de muitas lutas e de muitos anos, Chegou um momento em que não sem tem muito mais o que perder, e agora os empregados protestam e ocupam as instalações da empresa. O governo Bolsonaro entrega o patrimônio público pra a iniciativa privada como algo natural.

Nossa solidariedade aos empregados da Casa da Moeda e ao Sindicato dos Moedeiros. Toda luta por direitos é justa e deve ser apoiada.

https://revistaforum.com.br/movimentos/casa-de-papel-trabalhadores-brasileiros-ocupam-a-casa-da-moeda/

Diretores da Casa da Moeda deixam as instalações da empresa ocupdas pelos empregados contra a extinção da empresa. 10/01/2020